sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Conteudo progrmatico 3 serie 1 bimestre

Estatística é a ciência das probabilidades, o conjunto de regras matemáticas que permite fazer previsões sobre determinado universo estudado, a partir de uma amostragem significativa.

Uma apresentação como essa tende a reforçar a idéia de que estatística é uma espécie de álgebra burocrática, cujas fórmulas incompreensíveis são utilizadas para defender conclusões suspeitas.

Esse preconceito contra a estatística não vem de agora. Benjamin Disraeli, político britânico do século 19, dizia que há "mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas".

Uma piada diz que se uma pessoa come dois frangos e outra nenhum, não há qualquer problema, pois, estatisticamente, elas comem um frango cada.

Essa é uma conclusão fácil para quem resume a estatística ao cálculo da média aritmética. Se nos aprofundarmos, porém, em alguns de seus conceitos e ferramentas básicas, que utilizam cálculos aritméticos simples, verificaremos que os cenários projetados pela estatística são mais confiáveis do que sugerem as ironias divertidas, mas um tanto rasas, que lhe são dirigidas.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Lula diz que eleitores preferiram a continuidade

Depois de um intervalo de quase três meses de campanha eleitoral e às vésperas de embarcar para Moçambique e para a Coreia do Sul, onde participa ao lado da presidente eleita Dilma Rousseff (PT) da reunião de líderes do G20, o grupo das maiores economias do mundo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem no programa de rádio Café com o Presidente que o Brasil que sai das urnas nessas Eleições é o que apostou na continuidade.
Na avaliação de Lula, “todo mundo tem consciência” de que o seu governo não teve nenhum segmento da sociedade que não ganhou. O presidente comentou ainda que os empresários, os trabalhadores e os mais pobres ganharam.
– O Brasil que sai das urnas é o Brasil que a maioria do povo desejou que tenha continuidade. É a maioria de um povo que usufruiu das políticas públicas determinadas, durante oito anos, pelo nosso governo, e que resultou em uma melhoria geral da qualidade de vida das pessoas – disse o presidente no programa de rádio.
Na avaliação de Lula, a sociedade “inteira ganhou”. Para ele, o resultado do pleito mostrou que o povo quer avançar mais. Para o presidente, a eleição de Dilma “foi uma vitória do bom senso da maioria do povo brasileiro”. O presidente viaja para Moçambique sem concretizar o que chamou de “sonho”: a inauguração de uma fábrica de medicamentos para a qual foi assinado um acordo em 2003. A previsão é que a fábrica se concretize até o final de 2011.
Lula permanecerá dois dias em Maputo, na sua terceira viagem ao país, em uma parada a caminho de Seul. O atraso na entrega da fábrica que o Brasil está doando para Moçambique se deve à demora do Congresso brasileiro em aprovar os recursos para a compra de equipamentos que funcionarão no local.
Outro fator determinante foi o fato do governo de Maputo ter demorado em atender à contrapartida do contrato de compra do terreno e reforma do local que abrigará a fábrica de medicamentos.
No programa Café com o Presidente Lula falou também da aula inaugural que ministrará para os 620 alunos de quatro cursos de universidade aberta do Brasil. Serão inaugurados três núcleos nas cidades de Maputo, Beira e Lichinga.

Lula promove educação e saúde em Moçambique

MAPUTO — O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, iniciou nesta terça-feira uma visita de dois dias a Moçambique dedicada a programas de educação e saúde, na que será sua última viagem ao continente africano antes de deixar o poder no dia 1 de janeiro de 2011.

O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que o acompanha, qualificou de "muito positivo" o apoio do presidente americano, Barack Obama, à entrada da Índia como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.

"A menção à Índia demonstrou que os Estados Unidos aceitam os candidatos do mundo em desenvolvimento e abrem as portas a outros grandes países emergentes, como Brasil e outros da África", afirmou o chanceler em Maputo.

Durante a visita oficial de dois dias, o presidente brasileiro estimou que seu país tem "uma dívida histórica" com a África, ao inaugurar em Maputo os equipamentos de uma "universidade aberta", que permitirá a professores brasileiros formem alunos em Moçambique por teleconferência.

"A formação do povo brasileiro deve muito ao continente africano, em outras palavras, os brasileiros são o que são: alegres, bonitos, adoram o samba, o carnaval, o futebol, e sabem mover os quadris graças à nossa mistura com os africanos, os índios, etc", acrescentou.

"Durante séculos, nossas cabeças foram colonizadas: nos ensinaram a pensar que éramos inferiores", acrescentou. "Hoje, queremos voltar a levantar a cabeça juntos e desfazermos esta ideia de que o sul depende do norte".

Para Lula, a educação é o melhor "instrumento de democratização" e de construção de uma "sociedade próspera".

O Brasil financiará com 32 milhões de dólares em oito anos este programa de educação a distância, que deve permitir a formação de professores e funcionários.

A primeira turma tem cerca de 600 alunos distribuídos em três cidades: Maputo, Beira (centro) e Lichinga (norte). O programa deve ampliar-se para incluir mais de 7 mil alunos em nove cidades do país.

O presidente brasileiro, vestindo uma camisa simples, com o colarinho aberto, lembrou que realiza sua última visita a Moçambique e "muito provavelmente sua última como presidente" na África. Lula viajou a diversos países do continente ao longo de seus dois mandatos.

Durante seu mandato, o presidente brasileiro não cessou de lembrar que o Brasil - um dos últimos países do mundo a abolir a escravidão, em 1888 - é o segundo país em população negra do mundo atrás da Nigéria, com 76 milhões de afro-brasileiros sobre 190 milhões de habitantes.

Esta aproximação com a África entra no contexto do reforço da cooperação Sul-Sul que Lula preconiza.

A estratégia resultou frutífera, já que, desde sua chegada ao poder em 2003, os intercâmbios comerciais do Brasil com os países africanos quase triplicaram: passaram de 6,15 bilhões de dólares (dos quais 2,68 bilhões em exportações brasileiras) a 17,14 bilhões de dólares no fim de 2009 (dos quais 8,69 bilhões em exportações brasileiras), segundo o ministério de Comércio Exterior.

Em Moçambique, o Brasil está especialmente presente no setor minerador com a gigante Vale, que deve abrir uma mina de carvão em 2011 em Tete (norte), para a construção e a produção de biocombustíveis.

O gigante sul-americano também prevê um apoio importante ao ministério da Saúde, entre outros na luta contra a Aids. Lula deve inaugurar na quarta-feira em Maputo a primeira fábrica pública de medicamentos antirretrovirais do continente, financiada pelo Brasil, em um dos países mais afetados no mundo pela pandemia de HIV.

O presidente brasileiro goza de uma imensa popularidade em Moçambique, onde o povo está agradecido por esta ajuda. Nesta terça-feira, estudantes o saudaram cantando e dançando: "Papai Lula, Papai Lula, Bye Bye".

sábado, 30 de outubro de 2010

Dilma Rousseff: trajetória marcada pela militância contra ditadura e pelo apadrinhamento de Lula

30/10/10 16H39

Carolina Pimentel Da Agência Brasil

A CANDIDATA DO LULA O crescimento impressionante de Dilma, protagonista destas eleições, atestou a popularidade de Lula e a sua capacidade de transferência de votos. Em alguns meses, ela saltou da posição de uma mulher praticamente desconhecida da maioria da população, que ocupou cargos técnicos na vida pública e nunca havia disputado uma eleição sequer, à condição de candidata mais votada para presidente da República (mais de 47 milhões de votos, ou 47% dos válidos), carimbando passaporte para o segundo turno.
Brasília – A mineira Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República, tem uma trajetória marcada pela militância contra o regime autoritário e por sua atuação no serviço público. Na juventude, foi presa e torturada por fazer oposição à ditadura militar. Depois de passar três anos na prisão, mudou-se para o Rio Grande do Sul. Lá, chegou ao primeiro escalão da administração estadual, comandando a Secretaria de Minas e Energia nos governos de Alceu Collares (PDT) e de Olívio Dutra (PT).
Graças ao seu conhecimento na área, foi convidada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério de Minas e Energia, em 2003. Dois anos depois, passou a comandar a Casa Civil, tornando-se uma das principais executivas da gestão Lula. Seu desempenho levou Lula e o PT a lançá-la para presidente. Essa é a primeira vez que Dilma disputa uma eleição.
Filha de um empresário búlgaro e de uma brasileira, a universitária Dilma deixou a família de classe média em Minas Gerais para ingressar na luta contra a ditadura militar, como militante do Comando de Libertação Nacional (Colina) e da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Foi presa pelo Departamento de Ordem Política e Social (Dops) e torturada na cadeia.
Na década de 70, depois de quase três anos presa, passou a viver no Rio Grande do Sul, onde engajou-se na campanha pela anistia e ajudou a fundar o PDT, junto com o advogado e ex-deputado Carlos Araújo, com quem ficou casada por 25 anos. No PDT, participou da candidatura de Leonel Brizola à Presidência da República.
Foi também no Sul do país que começou a carreira de gestora pública. Em 1986, foi nomeada secretária da Fazenda de Porto Alegre, na administração de Alceu Collares. Nos anos 90, assumiu a presidência da Fundação de Economia e Estatística (FEE). Depois, comandou a secretaria estadual de Minas e Energia. Em 2001, integrou o grupo que saiu do PDT para se filiar ao PT, partido pelo qual disputará, em outubro, a Presidência da República.
Dilma ingressou no governo Lula no primeiro mandato, quando assumiu o Ministério de Minas e Energia. Entre outras ações, implantou um novo modelo para o setor. Dois anos depois, passou a chefiar a Casa Civil. No comando da pasta, gerenciou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - o que lhe rendeu o título de “mãe do PAC” - e se tornou uma das ministras mais importantes do governo Lula.
Em abril deste ano, saiu da Casa Civil para tentar ser a sucessora de Lula no Palácio do Planalto. Antes disso, em 2009, passou por um tratamento para câncer no sistema linfático. Dilma é economista e tem uma filha e um neto.

José Serra: também iniciou combatendo a ditadura e tenta chegar à presidência pela 2ª vez

30/10/10 16h56

Carolina Pimentel Da Agência Brasil

SALVO POR MARINA SILVA José Serra foi salvo pelo crescimento de Marina no primeiro turno e conseguiu ir para o “segundo round” com Dilma. O tucano terminou com 32,6% dos votos válidos e tomou fôlego para nova disputa com a petista. Em meados de setembro, Serra chegou a ver sua principal adversária marcar 58% dos válidos, segundo o Ibope.
Brasília - José Serra entra na corrida pela Presidência da República nas eleições deste ano como candidato do PSDB, partido do qual é um dos fundadores. A carreira política dele começou na militância estudantil nos anos 60, quando estava na universidade e foi eleito presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Com o golpe militar, deixou o país e ficou exilado no Chile e nos Estados Unidos. Depois de 14 anos no exílio, Serra retornou ao Brasil e passou a lecionar no curso de economia da Universidade de Campinas (Unicamp). Nos anos 80, tornou-se secretário estadual de Planejamento no governo do peemedebista Franco Montoro (que morreu em 1999). Em 1986, ele foi eleito deputado federal por São Paulo pelo PMDB e participou da Assembleia Nacional Constituinte. Dois anos depois, ajudou a fundar o PSDB. Em 1990, conquistou o segundo mandato na Câmara dos Deputados. Na eleição seguinte, assumiu a vaga de senador. Licenciado do Senado, Serra comandou os ministérios do Planejamento (em 1995 e 1996) e da Saúde (de 1998 a 2002) na gestão do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Na primeira pasta, desenvolveu programa de execução de obras do governo federal em parceria com estados e prefeituras. Na saúde, a administração dele foi marcada pela implantação do programa de combate à aids – que serviu de modelo para outros países e teve reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU). Em 2002, concorreu ao posto mais alto do país, o de presidente da República. Porém, perdeu a disputa para o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno. Após dois anos, foi eleito prefeito de São Paulo. Em 2006, assumiu o governo estadual, eleito em primeiro turno. No início deste ano, renunciou ao posto para ser o pré-candidato dos tucanos à Presidência da República nas eleições de outubro. Filho de imigrantes italianos, Serra nasceu em 19 de março de 1945 na capital paulista. É economista e casado. Tem filhos e netos.

Dilma Rousseff: trajetória marcada pela militância contra ditadura e pelo apadrinhamento de Lula

30/10/10 16h39

Carolina Pimentel Da Agência Brasil

A CANDIDATA DO LULA O crescimento impressionante de Dilma, protagonista destas eleições, atestou a popularidade de Lula e a sua capacidade de transferência de votos. Em alguns meses, ela saltou da posição de uma mulher praticamente desconhecida da maioria da população, que ocupou cargos técnicos na vida pública e nunca havia disputado uma eleição sequer, à condição de candidata mais votada para presidente da República (mais de 47 milhões de votos, ou 47% dos válidos), carimbando passaporte para o segundo turno.
Brasília – A mineira Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República, tem uma trajetória marcada pela militância contra o regime autoritário e por sua atuação no serviço público. Na juventude, foi presa e torturada por fazer oposição à ditadura militar. Depois de passar três anos na prisão, mudou-se para o Rio Grande do Sul. Lá, chegou ao primeiro escalão da administração estadual, comandando a Secretaria de Minas e Energia nos governos de Alceu Collares (PDT) e de Olívio Dutra (PT). Graças ao seu conhecimento na área, foi convidada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério de Minas e Energia, em 2003. Dois anos depois, passou a comandar a Casa Civil, tornando-se uma das principais executivas da gestão Lula. Seu desempenho levou Lula e o PT a lançá-la para presidente. Essa é a primeira vez que Dilma disputa uma eleição. Filha de um empresário búlgaro e de uma brasileira, a universitária Dilma deixou a família de classe média em Minas Gerais para ingressar na luta contra a ditadura militar, como militante do Comando de Libertação Nacional (Colina) e da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Foi presa pelo Departamento de Ordem Política e Social (Dops) e torturada na cadeia. Na década de 70, depois de quase três anos presa, passou a viver no Rio Grande do Sul, onde engajou-se na campanha pela anistia e ajudou a fundar o PDT, junto com o advogado e ex-deputado Carlos Araújo, com quem ficou casada por 25 anos. No PDT, participou da candidatura de Leonel Brizola à Presidência da República. Foi também no Sul do país que começou a carreira de gestora pública. Em 1986, foi nomeada secretária da Fazenda de Porto Alegre, na administração de Alceu Collares. Nos anos 90, assumiu a presidência da Fundação de Economia e Estatística (FEE). Depois, comandou a secretaria estadual de Minas e Energia. Em 2001, integrou o grupo que saiu do PDT para se filiar ao PT, partido pelo qual disputará, em outubro, a Presidência da República. Dilma ingressou no governo Lula no primeiro mandato, quando assumiu o Ministério de Minas e Energia. Entre outras ações, implantou um novo modelo para o setor. Dois anos depois, passou a chefiar a Casa Civil. No comando da pasta, gerenciou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - o que lhe rendeu o título de “mãe do PAC” - e se tornou uma das ministras mais importantes do governo Lula. Em abril deste ano, saiu da Casa Civil para tentar ser a sucessora de Lula no Palácio do Planalto. Antes disso, em 2009, passou por um tratamento para câncer no sistema linfático. Dilma é economista e tem uma filha e um neto.

PESQUISA DILMA E SERRA ELEICOES 2010

CNT/Sensus: Dilma 57,2%, Serra 42,8% dos votos válidos

Do G1

Pesquisa do instituto Sensus divulgada neste sábado (30) pelo site da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) mostra Dilma Rousseff (PT) com 57,2% dos votos válidos e José Serra (PSDB) com 42,8%.

Para se chegar aos votos válidos, são excluídos os eleitores que dizem votar em branco ou nulo e os indecisos.

O levantamento foi realizado nos dias 28 e 29 de outubro e ouviu 2 mil pessoas em 136 municípios. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o de número 37.919/2010.

A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais

Em votos totais (que incluem os brancos, nulos e os indecisos), Dilma tem 50,3% e Serra 37,6%. Os eleitores que disseram votar branco ou nulo são 4,1% e os que não souberam ou não responderam, 7,9%.

No levantamento anterior, divulgado na última quarta (27), Dilma aparecia com 58,6% dos votos válidos e Serra com 41,4%. Em votos totais, a petista tinha 51,9% e o tucano 36,7%.

A pesquisa divulgada neste sábado trouxe também índices de rejeição. Foram 41,7% os eleitores que disseram que não votariam em Serra e 34,1% os que disseram não votar em Dilma.

Em relação à expectativa de vitória, 67,8% dos entrevistados disseram acreditar que a petista ganhará a eleição. Para 23,3%, o vencedor será o tucano.

Projeto Estudante Monitor

                           Autor: Hibrahim Soares Lima INTRODUÇÃO: Dentro do contexto escolar busca-se o desenvolvimento e aprimoramento e...